terça-feira, 7 de dezembro de 2010

¡Happy Birthday! part two: and so I went and let you blow my mind.

Kushboo (Nepal), Maria (Colômbia), Nina (Holanda), Maria Hon (professora, China), Susan (Equador), Wies (Holanda), Laura (Alemanha).
Acordei cedinho no domingo to go hiking with Mindfulness CAS. Pois é, deve parecer a coisa mais bicho grilo do mundo, mas foi assim mesmo que decidi começar meus 19 anos: meditando no topo de uma montanha. E foi uma experiência linda. Depois da caminhada silenciosa fizemos uns exercícios de respiração, yoga e meditação.
Terminamos com um pic-nic vegetariano delicioso, que não logrei traduzir todos os nomes. Uma das melhores coisas de ter ido embora é que tive que aprender a não escolher comida, tenho que comer o que me vem. E isso me fez descobrir sabores incríveis que nunca haveria provado(?) se não estivesse abroad. O problema é que é sempre impossível traduzir os nomes.
Como sempre, nossas conversas foram muito divertidas e enlightening, de reencarnação à legalização da maconha. Adoro mesmo a Maria Hon, nossa professora :) Ela é uma das únicas pessoas com o dobro da minha idade por perto. Para alguém que vive rodeado de pessoas da mesma idade/mais novas, este é o melhor dos tesouros.
Mindfulness sempre me faz pensar que é possível viver em equilíbrio. E é exatamente o que preciso na minha vida nesta momento.
Tive um bolinho de chocolate com rum enfeitado por ervinhas encontradas lá pelo hiking, uma graça.
Ficamos lá por essas montanhas até umas três da tarde...
Tinha intenção de trabalhar, mas quando voltei pra casa, fui levada pela Dani (Israel) para comer uma sobremesa no restaurante brasileiro. Creme de papaya com licor de cassis, deliciousness! (Esse postre me faz pensar na Maia...)
Terminei meu aniversário conversando com um primeiro ano da Colômbia no frisbee field. Estranhamente, muitas pessoas estavam acordadas, andando pelo colégio na madrugada. É uma das minhas coisas preferidas de estar aqui: a possibilidade de encontrar alguém para conversar sempre que dá vontade.
Meu dia foi belíssimo, como sabia que seria. E agora eu sou um ser humano de 19 anos de idade sofrendo uma séria crise. Pois é, aquela que todo mundo tem aos 40 eu 'tô tendo aos 19. Como diria a Dani, "beth, you're so disfunctional...".

¡Happy Birthday! part one: might like you better if we slept together.

As comemorações de aniversário aqui geralmente acontecem na noite anterior ao aniversário, à meia noite. Porém a minha começou às 7 horas da manhã, com uns putos SAT Subject Tests. Fuck my life. Não sei de onde tirei a idéia insensata de fazer Literatura Inglesa. Foi uma dor excruciante, sem contar que me senti dos seres humanos mais inaptos a entender a língua inglesa. Bueno, espanhol foi o oposto. Bem tranquilo, poderia até dizer fácil. De lá fui ao Multiplaza, um shopping em Escazú, para comprar meu presente de aniversário para mim mesma: um novo diário.
De volta ao colégio, houve um evento HERMOSO: Tribute Night British Rock from 90's onward. Imagina meu êxtase: de Arctic Monkeys, passando por Radiohead, Muse! AI..! E o ápice da noite para mim foi Islands, by The XX, que foi dedicada para mim pelo Emai (Chile) e performed por Simon (Bélgica) e Nina (Holanda). Foi um êxtase, sério mesmo.
Depois, obviamente fomos ao Amigos e só o que posso dizer é: ganhar shots como presente de aniversário é sempre divertido. No meio da noite recebi um envelope da Laura (garçonete e amiga) com um bilhete requerindo minha presença em Cabo Blanco - uma ex-residência que agora serve como espaço social para os alunos e escritório para as psicólogas do colégio - à meia noite.
Quando cheguei ao lugar, dezenas de velas iluminavam a sala, havia cartazes representando arranha-céus... eu estava em uma festa underground em New York :) Marie (França) me fez um vídeo com fotos da nossa viagem ao som de Empire State of Mind, muito lindo. Depois, enquanto usava uma coroa com os dizeres "It's my birthday", fui sentada em uma cadeira no meio da sala e tive um striptease exclusivo do Juan Pa (México), Oskar (Noruega), Maayan (Israel), Evan (US) e Kamil (Espanha/Marrocos). Oh céus. Eu mereço demais esses amigos, hahaha. Danielle (Israel) me preparou um cheesecake delicioso! História por trás
da escolha deste tipo de bolo: ela sempre me zomba dizendo que eu sou cheesy, porque eu sempre digo coisas de filme água com açúcar, sou sempre a que se acaba de chorar por coisas bobas, enfim... sou cheesy. E com orgulho! Como já disse, estava uma delícia e não deu pra quem quis.
Nada melhor para terminar a noite em alta do que dançar com Alice (Romênia) e Susanne (Noruega) até não dar mais. Éramos só as três dançando loucamente, rindo que nem umas hienas... impagável.
Foi um aniversário absolutamente perfeito, que passei com gente que amo e me diverti na medida certa.
E dizer adeus aos dezoito anos foi bem difícil, porque este foi um ano lindo da minha vida, posso até dizer que o melhor. Sin embargo, não se deve levar essa frase muito a sério, porque é o que sinto em cada um dos meus aniversários. Por alguma razão rara sempre termino um ano com a
sensação de que nenhum outro poderá ser tão bom. Já deveria ter aprendido por empirismo que é assim que a vida acontece: um ano é sempre melhor que o outro. A vida é cheia de altos e baixos, mas no fim das contas tudo tende a melhorar. Sim, sim. Esse aniversário me deixou bem up :)

quinta-feira, 2 de dezembro de 2010

lo siento!

Já chegou dezembro, meu mês preferido, hands down. O motivo mais óbvio: meu aniversário. Neste domingo eu *pausa reflexiva... em espanhol seria cumplo 19 años. mas não se traduz assim pro português... espera, calma...ah!* faço 19 anos. E devo dizer que não vi o tempo passar, ainda mais aqui. Quando cheguei, tinha 17 anos. Dezessete. E estou a três dias de completar dezenove. Quão louco é isso?
Bom, o título deste post, "lo siento!" é um pedido sincero de desculpa pela minha ausência. Acontece que eu tive das semanas mais hécticas *ei, ei... isso não existe em português, menina. vai lá no google translator, que virou teu melhor amigo.*, quero dizer, agitadas academicamente. De verdade. Na quarta, por exemplo, tive meu oral oficial de Espanhol e obviamente... freaked out. É tão óbvio que eu colapse sob pressão, nem é engraçado mais. Porém, já foi, e é menos uma responsabilidade nessa vida louca vida de IB student.
Obviamente, me falta tempo, me falta tempo, me falta tempo. E se lo digo (isso é português?) três vezes é por alguma razão. E sempre que tenho essa quantidade monstruosa de trabalho acabo passando dias sem sair do quarto decentemente.
Pra não dizer que viro uma total social lifeless person, aqui vão algumas evidencias que dá pra ser feliz mesmo completamente atarefada:
Diana (Galícia), eu e Marie (França)
Eu e Danielle (Israel)
A primeira foto é de uma sessão de dança pré-finalização de EE: uma hora de danças toscas, chocolate galego e muito riso. A segunda é de uma sessão de carinho mútuo desestressante.
E é assim a vida de segundo ano: morrer de estudar e passar o tempo livre com suas pessoas preferidas :)

segunda-feira, 22 de novembro de 2010

Bom dia, Bob Dylan!

Acordei com um bom humor ímpar.
Deixei o snooze tocar até 6:40 am, peguei meu iPod e ao invés de colocar minha waking up music - Like a G6! - decidi colocar algo novo. Bob Dylan foi o escolhido. E que bela escolha!
Tive um dos cafés da manhã mais chill dos últimos tempos, fui tranquila pra aula de Inglês...
Já lhes contei do quanto gosto dessa classe? Primeiro pela professora nova, Lindsay. Se no início ela era aquela típica inglesa obcecada com pontualidade e absolutamente rude, agora já é amiga. Enfim... a aula foi linda. Depois tive Antropología, e já nem me molesta (assim de diz em português?) que o Abner zombe do meu espanhol ou do fato de que nós queremos aplicar a universidades gringas. Já deu de estressar com ele. Aliás, amo cada dia mais minha classe de Antropología Social y Cultural, os Etoros, que me proporcionam almoços divertidíssimos.
E aí, ToK - Teoria do Conhecimento. Não faço segredo do meu desgosto pelo professor dessa matéria que tem tanto potencial... então o que fiz foi tomar este tempo para escutar mais Bob Dylan, comer chocolate e escrever.
E o dia está sendo lindo.

sexta-feira, 19 de novembro de 2010

vai ficar tudo bem.

Então, ontem recebi o tal e-mail do Greg e fiquei freaked out completamente. Depois ainda rolou um stress por causa de Matemática (sempre Mate, pode?!) e, outra vez, freaked out. Quando pensava que o dia terminaria terrível, encontro meus amores de Israel e Espanha, Dani e Amalia. E decidi me dar um break de toda essa loucura acadêmica. Mesmo com um rationale e 2nd draft da EE para entregar nessa sexta-feira. Dá igual. Compramos umas coisinhas e fizemos pizzas caseiras para comemorar o aniversário da Dido (Galícia). Foi outro dos lindos aniversários de novembro.
Saímos depois e o que aconteceu foi que acabei numa mesa, outra vez com Israel e Espanha, discutindo os efeitos negativos da interação que tivemos/temos com homens que gostam de jogar. Eso ha pasado muy a menudo en estes últimos días.
Quando voltamos ao colégio, imaginando que iríamos trabalhar e dormir, algo surgiu: Tim Tam Slam.
Essa é uma tradição que começou com um australiano, passou por uma israelita e agora está com um mexicano. Tim Tam Slam é uma coisa muito simples, mas que vai se tornando mais e mais importante cada vez que acontece. É um dos bonding times mais lindos que temos no UWCCR. Só o que digo é que envolve chocolate e muito amor :)
Foi a primeira vez que eu slammed, e compartilhei esse momento com Klaudia (Áustria) e Karoliina (Estônia).
E ao encostar minha cabeça no travesseiro antes de dormi, pensei: sabe o que? Vai ficar tudo bem. Está tudo bem...
Vivo num lugar lindo, que me surpreende a cada dia, e a vida me parece doce de viver.
Está tudo bem.
E vai ficar tudo bem.

quinta-feira, 18 de novembro de 2010

eu tô vivendo pra isso.

Engraçado como um e-mail pode mudar drasticamente o humor de uma pessoa.
O dia amanheceu ensolarado e lindo. Um pássaro belíssimo entrou no refeitório enquanto eu tomava café da manhã. Matemática não me pareceu um bicho de sete cabeças quando resolvia os exercícios de lógica enquanto lavava minhas roupas.
Volto pra sala de estudos, checo meus e-mails e lá está: nosso university counselor mandou uma mensagem nos falando quantos pontos do IB pedem as universidades nas quais podemos conseguir uma das bolsas do Shelby Davis.
E lá está: Barnard, 38+.
E aqui estou: 35.
3 putos pontos podem me impedir de ir pra universidade dos meus sonhos. How stupid is that?

segunda-feira, 15 de novembro de 2010

it's the good times and the bad times that we had.

Ele acaba de ir embora depois de passar as últimas três horas comigo. Depois de irmos ao telhado para ver a lua, que finalmente decidiu aparecer no céu tico depois de noites e noites sem estrelas, tomarmos chá na sala de El Coco encarando-nos sem saber o que era a coisa certa a dizer em tal momento para fazer as coisas menos awkward e falarmos demais, até demais. Depois de dizer que sou a única pessoa do mundo capaz de mantê-lo acordado até tão tarde da noite sem que sinta sono.
Ele foi embora me deixando sozinha para escutar uma música, e eu sei que foi vingança por eu tê-lo enviado duas músicas que para mim diziam tudo sobre nós depois do fim. Foi embora depois de me colocar para escutar Entre Remolinos, que diz exatamente o que fomos um para o outro: fuimos casi nada y todo de una sola vez. Manipulador de merda. Sabia que o fato de me ter tocado o cabelo desse jeito enquanto passava a tal música me faria pensar over and over and...
Se agora, quase três da manhã de uma segunda-feira na qual tenho aula às sete, não tenho a mínima vontade de dormir, a culpa é de uma puta música do The Cardigans e da minha falta de equilíbrio emocional durante o ano passado.
E sabe de uma coisa?
Eu não me arrependo de você...
Mesmo assim, ainda me pergunto se a vida seria mais leve sem a presença tão... presente de um passado do qual não sinto muitas saudade. E se essa presença ainda tem algum poder sobre mim é só um: fazer-me sentir que I need some fine wine. And he... he needs to be nicer.

sábado, 13 de novembro de 2010

I need some fine wine and you, you need to be nicer.

São 4:39 pm na Costa Rica. Me encontro na cidade de Santa Ana, sentada na cama que me pertence por alguns meses mais, em um quarto que compartilho com uma francesa e uma estadounidense numa residência feminina com nome de praia, El Coco. Tenho como trilha sonora a música que dá nome a este post, I Need Some Fine Wine And You, You Need To Be Nicer.
Hoje eu acordei doendo. Não por ressaca nem por doença. Acordei doendo de um jeito que não posso explicar de outra forma que não um incômodo profundo que me desce garganta abaixo e desemboca no coração - mas fico feliz que a Danielle (Israel) não entenda português para ler isso e me chamar de concept, haha. Sobre a tal dor: veio sem aviso e sem razão de ser.
Na verdade, tenho umas boas razões para estar exalando alegria.
Em relação ao acadêmico, as coisas estão mais tranquilas agora. Acabou ontem o primeiro trimestre, e já que não há provas só vou focar em EE, world lit, orales de Español. Tanto o SAT quanto o Toefl me pareceram mais fáceis do que eu pensava, o que até me reavivou a esperança de entrar em alguma universidade que realmente me interesse. E eu vejo chance de ter umas predicteds até decentes - seriam bem melhores se eu não fosse um ser humano tão preguiçoso e procrastinador(?).
Quanto ao social, novembro é o mês mais cheio de aniversários do mundo. Por conta disso passei duas das noites mais lindas da minha vida UWC, comendo em Cabo Blanco - uma ex-residência que serve agora de escritório para o staff e espaço social para alunos - à luz de velas com gente que me faz muito bem. Também passei duas madrugadas conversando com primeiros anos que normalmente não passam tempo comigo, o que até me faz repensar meus sentimentos sobre essa geração. Además do fato de ter aprendido mil coisas sobre Índia, física e filosofia numa noite e como perfumes podem ativar diferentes áreas do cérebro, política sulamericana e Colômbia - e sempre é bom saber um pouquinho mais =) E em três fins de semana seguidos houve festas no campus, o que faz com que as pessoas fiquem por aqui. É a coisa mais bonita ver todo mundo dançando junto, desde os chinitos inocentes até os africanos fogosos.
Mesmo assim acordei meio estranha.
Sem razão e sem porque.
Estranha.
Por quê?

quinta-feira, 4 de novembro de 2010

sem título.

Depois de duas semanas de cão, ficou tudo bem. Já não estou mais doente, e pra quem interessa, a resposta é "sim, sucumbi às drogas". Explicação breve: eu não tomo remédios, acredito mesmo que o corpo consegue se curar da maioria das coisas sem auxílios externos e me parece terrível a ideia de me intoxicar com antibióticos por causa de uma garganta inflamada. É, contraditório vindo de alguém que já gastou uns bons reais, dólares e collones em álcool e tabaco, mas aqui vai outra informação: não ponho um cigarro na boca desde que voltei de Puerto Viejo, onde tive um momento (ébrio) de iluminação enquanto conversava com um israelita e uma espanhola deitada em areias caribenhas de madrugada. Quanto ao álcool, dá-me mais umas sessões com Maria Hon e paro de vez... sobre ela, falo em outro post. Voltando ao assunto principal, tomei os remédios que a enfermeira passou e melhorei.
Com tal melhora veio um pouquinho da minha força de volta e estou em outro nível da minha montanha russa emocional: aversão à relações humanas e devoção aos livros. Me encontro um ser humano antissocial que passa o dia estudando no quarto. O que é simplesmente a melhor coisa que me poderia acontecer à vésperas de TOEFL e SAT's.
Esse será um fim de semana bem atípico: sexta-feira me testarão o inglês, do qual sempre fui orgulhosa ao contar que aprendi sozinha. E só o que consigo pensar é "qual é a regra do in e on mesmo?"
No sábado me testarão inglês e matemática. O sistema de SAT me lembra o de vestibular do Brasil, que eu considero estúpido por demais. É uma prova de três horas onde cai tudo de tudo.
Enfim... são meia noite agora e vou dormir. Preciso.
Me mandem energias positivas, por favor.
PS.: relendo esse post percebi que passei de um assunto a outro de forma deveras aleatória... que feio.

segunda-feira, 1 de novembro de 2010

and it feels like me in a good day.

Semana passada foi North American, Caribbean and Bermudan Week. Eles não tiveram tanto tempo para preparar as coisas propriamente, então não foi tão poderosa quanto a semana européia ou a legendária ¡Semana Sudaca!, mas foi divertido.
Começaram a semana simulando uma segregação, colocando-nos em filas separadas por "white only" e "couloured", e recebendo tratamento diferenciado. Obviamente causou um rendez vous do tamanho que eles queriam. O objetivo é causar barulho o bastante para que as pessoas apareçam na discussão e tenham um aprendizado mais efetivo do que somente escutar uma palestra dada por um ser humano senil que nos faria dormir depois de dois minutos.
Durante a semana houve diversas atividades: dia mexicano, workshop de dança e cultura caribenha, discussões de problemas que atingem todos esses países em comum - como homofobia - entre outros eventos.
Sexta-feira foi o show, cujos pontos que merecem ser citados são o vídeo hilário de puro
nacionalismo canadense mostrado pela Cello, as remexidas de cadeiras haitianas de Rudie e Samantha e os primeiros aninhos americanos Amy (minha buddy) e Evan [pic above], em seu tributo ao Daft Punk que arrancou suspiros de toda a massa feminina do colégio.
Sábado, pra terminar com chave de ouro, foi o Jazz Dinner, onde todos deveriam ir vestidos de algum personagem importante para Canadá, US, México, Caribe ou Bermudas. O cool dessa parte nas semanas regionais é que sempre se descobre um pouquinho mais sobre esses países de uma forma não didática ou cibernética.
Por exemplo, eu jantei ao lado de um Donald Trump e uma Marilyn Monroe israelitas e uma Lucille Ball norueguesa. Eu fui Angela Davis, uma ativista política com muita influência nos anos '60 e '70 nos EUA.
Depois foi o carnaval caribenho, que não é nada parecido com essa coisa sambódromo ao qual estamos acostumados. Consiste em se enfeitar com colares e máscaras, jogar muita tinta colorida pelo corpo todo e dançar usando praticamente apenas o quadril. Foi uma noite deveras interessante e só acabou com o nascer do sol.
Foi uma semana deveras interessante e só acabou quando eu finalmente coloquei um ponto final - mas disso falarei em outro momento...